Movimento Marina Silva

Está sendo criada a primeira campanha pela presidência da república totalmente desvinculada de um partido, sendo 100% organizada por cidadãos e cidadãs, de forma descentralizada e participativa.

É preciso compreender que a sociedade e a economia século XXI serão sustentáveis, ou simplesmente não serão. E, para sobreviverem, estarão alicerçadas, certamente, em um outro modo de se fazer política.

A Política Sustentável será mais horizontal, transparente, profundamente democrática e sensível às iniciativas dos pequenos grupos e até mesmo dos indivíduos. O poder será cada vez mais descentralizado, e as redes encontrarão formas cada vez mais eficientes de mobilizar, influenciar decisões e fazer acontecer o que precisa ser feito pelo bem de todas as formas de vida.

Assim será: os partidos e governos não deixarão de existir, mas serão permeados pelas redes, que exercerão uma influência cada vez mais forte sobre todas as decisões políticas. Com a presença das redes, a transparência, a abertura, a participação se tornarão elementos cada vez mais presentes na democracia.

Hoje já temos provas concretas desta política emergente. A eleição de Barack Obama foi uma ponta do iceberg. O Movimento Marina Silva Presidente também é uma expressão desta tendência, sendo um dos responsáveis pelo já conhecido impacto no cenário atual da sucessão presidencial.

Marina Silva traz em sua praxis os elementos essenciais da política do novo paradigma. A transparência, a ética, a consciência ecológica, a profunda abertura ao diálogo, a habilidade de se relacionar com as diferenças. São as qualidades que, reconhecidas por muitos cidadãos e cidadãs brasileiros, nutrirão de esperanças o esforço daqueles que tecem a imensa rede que dará a Marina uma importante sustentação em seu caminho rumo à presidência.

por Eduardo Rombauer van den Bosch


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Geraldo Moisés Martinshttp://www Comentário de Geraldo Moisés Martinshttp://www em 4 fevereiro 2010 às 1:37
POR MAIS UM VOTO PARA MARINA SILVA

Em 03/02/2010, Guy Loureiro respondeu ao meu convite para participar desse movimento em defesa da vida:
Meu caro Geraldo,
Ainda, permaneço indefinido e incrédulo quanto à perspectiva da Senadora Marina Silva.
Como já lhe disse da outra vez, a minha única certeza é a de que não aceitarei votar em paulista! Sofro ao ver Minas perder espaço no plano político nacional. Sou bairrista, mas nem tanto.
Reconheço que será muito difícil emplacar a Senadora, não por falta de qualidades, nem por não ser mineira (que nela eu perdôo), mas porque o Poder é construído pelos membros das classes dominantes. O Lula não chegou lá por força de uma conscientização política dos eleitores, mas porque soube cooptar-se com os banqueiros e poderosos, com quem compartilhou e compartilha o poder.
Vai daí, que eu acho malhar em ferro frio a tentativa de levar Marina à Presidência!
Pode ser que, a despeito de não ser obrigado a votar, eu venha a dar um voto de protesto! Pode ser, mas não é certeza não!
Continue insistindo. Mas não será fácil mudar essa minha visão realista.
Abraços do amigo,

Guy BATENDO EM PEDRA DURA...

Caro amigo Guy,
Você é mesmo um osso duro de roer!!! Os seus argumentos para permanecer "indefinido" até que são fortes, mas sem sustentação cívica.
Concordo com você de que o quadro de opções presidenciais seja um tanto "sem perspectivas". Na opinião de muitos cidadãos, você certamente incluído nela, o que resta hoje para o eleitor brasileiro com uma boa consciência da realidade são apenas desilusões, frustrações e falta de esperança. Todavia, jogar a toalha seria uma acomodação resignada ou uma fuga fácil diante do Golias (poder das classes dominantes). Aliás, é da lógica do poder dominante aniquilar possíveis forças contrárias. Assim, abster-se de votar, especialmente quando o voto não é obrigatório, é votar na perpetuação dos poderosos.
Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima é uma acreana. Mas é possível que tenha raízes mineiras. Pode ser dos Silva ou dos Vaz de Lima. Uai! Parece que nossas montanhas se estenderam por todos os rincões desse “continente”. Deve ser porque Minas é o berço da liberdade!
Um forte argumento que meus interlocutores apresentam contra Marina Silva é o fato de não ter quadros do poder político e do poder econômico/financeiro para sustentar a sua campanha e o seu governo. Aí, voltamos ao círculo vicioso anterior. Para escapar dele não há outro caminho senão acreditar na possibilidade de “uma nova forma de fazer Política” a partir das comunidades, das associações e dos núcleos vivos da sociedade. Os partidos estão desgastados e submetidos aos seus "donos". Seus princípios podem ser descartados e seus valores e discursos ficam ao sabor das ambições eleitoreiras.
Com Marina estamos experimentando “esse novo jeito de fazer política”, conforme definiu Eduardo Rombauer, o nosso coordenador do Movimento Marina Silva. Na sua visão, está se concretizando a primeira campanha para a presidência da república quase que totalmente desvinculada de partidos. Assim, a sua candidatura está sendo organizada, sustentada e promovida por cidadãos e cidadãs, de forma descentralizada e participativa. Pode ser uma utopia, mas a própria trajetória de Marina (do seringal para o Senado) nos mostra que as mudanças são possíveis. Provavelmente, ela ainda estaria no seringal (se a malária e os empates tivessem permitido), caso não seguisse na contramão das expectativas e continuasse fazendo tudo como se espera!
Por isso, Marina vai vencer as eleições e, com absoluta certeza, vai contar com muitos quadros e bem mais competentes e mais honestos do que aqueles que estão a serviço dos partidos e das demais corporações comprometidas com os seus próprios interesses.
Infelizmente, nos acostumamos achar tudo normal! A violência, as mortes, o tráfico, a corrupção, as injustiças, o poder das classes dominantes. É como se estivéssemos anestesiados, sem fé, esperanças e vontade de lutar por um Brasil melhor. MARINA é a chance para nos despertar e sair em busca de uma alternativa comprometida com a dignidade humana, com a defesa da VIDA, com a construção de uma democracia solidária e com a promoção do desenvolvimento sustentável.
Olhe caro amigo, é malhando em ferro frio que também se desentorta eixo empenado e se retiram os parafusos enferrujados!
O que espero mesmo é que você vença a sua "indefinição" e traga seu voto para Marina. Não como voto de protesto, mas como um voto de confiança, com o olhar no futuro. Com a vitória de Marina estaremos dando o primeiro passo para uma grande mudança. Será um novo amanhã para alegria de nossos filhos, netos, nossos irmãos das cidades, dos campos, das florestas, das montanhas, das águas, enfim para todos os seres viventes dessa terra, muitos deles com a sua sobrevivência ameaçada pelos danos provocados ao meio ambiente.
Que bom seria se além seu voto, você carreasse muitos outros!
Um forte abraço de marineiro!
Geraldo
Chacate Joaquim Comentário de Chacate Joaquim em 12 janeiro 2010 às 3:10
Adorei seu comentário Brother... abraços
Samuel Chacatee Comentário de Samuel Chacatee em 11 janeiro 2010 às 8:29
Seria bestial termos uma mulher com ideias semelhantes infelizmente Moçambique só têm três: Luísa Diogo, Graça Machel e Maria da Luz. Portanto, seria gratificante a parecer mais uma mulher de punho político no panorama mundial a perceber que os princípios de participação assumem que todas as pessoas incluindo, ricos e pobres, homens e mulheres, adultos e jovens, grandes e pequenos grupos étnicos, governantes, sector privados e profissionais possuem conhecimentos, habilidades e capacidades que podem ser utilizados de forma útil e que devem ser respeitados mutuamente.
Chacate Joaquim Comentário de Chacate Joaquim em 6 janeiro 2010 às 4:51
Espero que seja um exemplo para a HUMANIDADE, Moçambique já mostrou através da sua excia primeira ministra que a mulher não é só mãe e esposa também é lider e dirigente do nível conceptual, cabe aos Brazileiro quererem provar de um governo sencível a calcular pelo espírito feminino. força
Francisco Lima Comentário de Francisco Lima em 20 outubro 2009 às 12:30
Apóio a candidatura da Marina, acho que precisamos URGENTEMENTE de uma nova esquerda na América Latina, sem sectarismo, que não faça uma opção pelo retrocesso, como propõe a aliança Chavez-Evo-Rafael-Kirchner e Cia.
Uma esquerda que se abra para o mundo, para o século 21, que condene a corrupção e o fisiologismo, que busque a democracia, a participãção popular, o desenvolvimento com justiça social, sem o neoliberalismo babaca dos anos 90 e o bolivarianismo idiota de Chavez. Esse mundo é possível?
alceu custodio Comentário de alceu custodio em 10 setembro 2009 às 7:10
Estamos indo na linha certa...
Francisco Lima Comentário de Francisco Lima em 31 agosto 2009 às 18:18
Que esse novo jeito de fazer política não seja o verlho jeitinho do PT
Jurema Cappelletti Comentário de Jurema Cappelletti em 18 agosto 2009 às 22:53
Sugiro que a saída em favor de Marina se faça de maneira mais de acordo com a personalidade dela. Uma passeata mais elegante para que haja alguma identidade.
Valério Luchetti Comentário de Valério Luchetti em 18 agosto 2009 às 16:39
Desde o movimento estudantil do final da década de 60/70 é que não 'sinto' no ar brisa tão alvissareira . A classe política encastelada em Brasília remete à imagem da corte francesa antes da queda da Bastilha . Parece que estão em outro país e o desencanto e o ceticismo deixa-nos numa ' área cinza ' da esperança zero ...
A ' terceira via ' já presente no nosso ' inconsciente coletivo ' teimava em não se fazer presente e real ...
Até o ' Movimento Marina Silva ' anunciar-lhe o parto ...
Por ser apartidário , trouxe um novo alento aos corações cansados de tantas manipulações . A brisa fresca do idealismo beija as ramas onde florescedm brotos , após um outono de tantas desesperanças .
Estavamos fartos de tantas repetições , de tantas maneiras ' diferentes ' de contar ' a mesma história ' . Arar a terra para novo plantio ... porque a semeadora chegou e com ela a promessa de novos frutos na árvore da igualdade social .Marina é o novo e é a renovação daquela esperança que nunca deveríamos deixar adormecer . Está na hora de revermos a importância histórica da emblemática seringueira ( hevea brasiliensis ) que não por acaso é a ' borracha ' que limpa os erros dos descaminhos e nos permite re-escrever novas metas .
Cezar Busatto Comentário de Cezar Busatto em 18 agosto 2009 às 10:38
Caro Eduardo,
Partiipei da campanha de Obama nos três últimos meses. Escrevi um livro sobre essa experiência chamado Um Voluntario na Campanha de Obama - Editora Coletiva - Porto Alegre. Faço parte do grupo de indecisos que querem mais informações sobre o projeto Marina Silva. Creio que ela só poderá ser o novo na política se fizer política de um jeito diferente na campanha, tal como Obama, que financiou sua campanha através de milhões de pequenas contribuições de pessoas. Além disso, creio ser essencial no Brasil eliminar a figura perversa do cargo em comissão em larga escala, que deforma o serviço público e privatiza via partidos o patrimônio de todos, que é o Estado e os recursos públicos. Achas que há possibilidade de Marina abraçar essas causas? Está nos seus planos vir ao Rio Grande do Sul discutir isso com um grupo de lideranças de todos os partidos e sem partido que estão insatisfeitos com a atual forma de fazer política em nosso país? Estou à disposição para esse debate e, se for o caso, essa iniciativa. Forte abraço, Cezar Busatto

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