Está sendo criada a primeira campanha pela presidência da república totalmente desvinculada de um partido, sendo 100% organizada por cidadãos e cidadãs, de forma descentralizada e participativa.
É preciso compreender que a sociedade e a economia século XXI serão sustentáveis, ou simplesmente não serão. E, para sobreviverem, estarão alicerçadas, certamente, em um outro modo de se fazer política.
A Política Sustentável será mais horizontal, transparente, profundamente democrática e sensível às iniciativas dos pequenos grupos e até mesmo dos indivíduos. O poder será cada vez mais descentralizado, e as redes encontrarão formas cada vez mais eficientes de mobilizar, influenciar decisões e fazer acontecer o que precisa ser feito pelo bem de todas as formas de vida.
Assim será: os partidos e governos não deixarão de existir, mas serão permeados pelas redes, que exercerão uma influência cada vez mais forte sobre todas as decisões políticas. Com a presença das redes, a transparência, a abertura, a participação se tornarão elementos cada vez mais presentes na democracia.
Hoje já temos provas concretas desta política emergente. A eleição de Barack Obama foi uma ponta do iceberg. O Movimento Marina Silva Presidente também é uma expressão desta tendência, sendo um dos responsáveis pelo já conhecido impacto no cenário atual da sucessão presidencial.
Marina Silva traz em sua praxis os elementos essenciais da política do novo paradigma. A transparência, a ética, a consciência ecológica, a profunda abertura ao diálogo, a habilidade de se relacionar com as diferenças. São as qualidades que, reconhecidas por muitos cidadãos e cidadãs brasileiros, nutrirão de esperanças o esforço daqueles que tecem a imensa rede que dará a Marina uma importante sustentação em seu caminho rumo à presidência.
por Eduardo Rombauer van den Bosch
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