Desmatamento, destruição de matas ciliares e ocupação irregular de encostas provocaram a tragédia – Ambientalista diz que tragédia é resultado do desrespeito à Mata Atlântica: “Você não pode construir uma mansão sobre uma encosta que é linda, e dizer que aquilo ali é ecológico só porque algumas árvores foram ‘preservadas’. Na verdade, aquela área não deveria ser ocupada, nem por mansão nem por ninguém.”
- Revisão do Código Florestal pode legalizar área de risco e ampliar chance de tragédia: O texto em tramitação no Congresso deixa de considerar topos de morros como áreas de preservação permanente, libera a construção de habitações em encostas e reduz a faixa de preservação ambiental nas margens de rios (a vegetação natural aumenta a resistência das encostas e reduz deslizamentos de terra. Nas margens dos cursos d’água, a área reservada reduz as enchentes ao diminuir o assoreamento e preservar as várzeas, espaços onde os alagamentos são naturais nas épocas das chuvas fortes). Mudança semelhante ocorreu em Santa Catarina e levou a região a sofrer catastróficas enchentes.
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