Tendo em vista o atual momento desta rede, me faço uma pergunta: qual o nosso papel? Qual o papel da sociedade civil, que, além das legendas partidárias, propõe uma candidatura como essa? E vejo que estamos nos manifestando com justas críticas ao que já existe expresso no campo político. Creio que o nosso rumo neste momento talvez possa ser realizar uma ação mais pedagógica, mais no sentido de clarear e informar o quanto nossa realidade social, econômica e individual, passa por escolhas relacionadas não mais indiretamente ás questões do ambiente, mas sim, diretamente relacionadas ao ambiente, clima, planeta, recursos, etc. Temos que pedagogicamente mostrar que natureza não é coisa de índio, nem de passado; mas de toda a humanidade que se propõe á continuar vivendo nesta sagrada casa chamada Terra.
Como estamos ainda com tempo, creio que cabe complementarmos ações virtuais com ações reais para acessar aqueles que não possuem computador, aqueles que não sabem o que significa sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, manejo adequado de recursos, etc...A população das classes mais desfavorecidas precisam tomar conhecimento básico destas questões.
Creio que temos também que continuarmos a ser críticos em relação ao partido ao qual Marina Silva se ingressou, talvez como pressão para a separação do que é joio e do que é trigo neste suposto verde da sigla. O fato de ser um movimento da sociedade civil nos dá uma oportunidade mais ampla, de exigirmos seriedade e profundidade nas ações e intenções políticas.
Creio que a imagem da Marina Silva, por si só, e por quem oficialmente fará sua campanha, será trabalhada; caberá a nós apoiar na difusão dos conteúdos que esta imagem representa.
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