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cara Marcela
gostaria de poder colaborar nesse momento em que necessitamos de unir todas as forças possiveis para mantermos os ideais verdes defendidos na eleição doano pasado (por um Brasil justo e sustentável)
abraços
do seu companheiro de futuras lutas
Dr Nadyr Bonifácio Junior
OAB 232.362
comissão do meio ambiente - seccional Lapa
Comentário de Wilson Cabral em 7 julho 2011 às 1:25 Marcela e demais colaboradores,
acabo de entrar no portal e estou pouco a pouco tomando conhecimento de tudo. Confesso que tudo isso ainda é muito nebuloso pra mim (este novo movimento, novo "jeito" de fazer e sentir política, o próprio uso das redes sociais, enfim). Acho que vivenciei demais os ciclos da nossa democracia representativa, e pouco substantiva. Para mim o éden possível viria com uma reforma política, tão simples quanto distante... Embora me percebo como parte deste movimento, desde a criação de uma Casa de Marina aqui em casa, ainda tenho dificuldades para compreendê-lo em seus aspectos mais operacionais: como fazer com que um movimento tão plural - quase anárquico? - adquira os contornos rígidos de uma representação política, quando, por exemplo, de uma eleição? Ou até mesmo de uma conquista eleitoral?
Bom, vamos refletindo. Creio que estas dúvidas não sejam só minhas...
Saudações
Wilson Cabral
Pessoal,
No meu primeiro post falei sober a necessidade de melhorar nossa comunicação
.Esta necessidade que pontuei não foi capricho pessoal e sim por necessidade que percebo em mim e em muita gente que conheço.
Penso que a maioria da população, a principio, não está interessada em participar da politica por desacreditar da conduta, moral e integridade dos politico, todavia acreditamos que apesar de realmente existir muitas pessoas de mal carater, também existem pessoas idoneas, honestas e integras que lutam pelo bem da sociedade.
Para isto, parece que precisamos comunicar em linguagem simples para que o politiques não seja um fator que dificulte a convocação de forma eficiente.
Penso que nossa abordagem não deve atingir somente algumas pessoas que já tenham a vocação para o assunto, mas possamos também atingir o envolvimento do cidadão comum, pois queira ele ou não, o tema faz parte da vida de todos e sua conscientização e participação é o que vai de fato, mudar a realidade de nosso pais.
Se eu estiver certo, talvez melhorar a comunicação seria uma das formas de organização mínimas para começarmos a agir, pois no meu entender não basta utilizarmos todos os meios possiveis como sites e redes sociais, precisamos aprender e falar na lingua que todos entendam.
Estou junto com vocês para aprender cada vez mais e de alguma forma contribuir neste processo.
Um grande abraço.
Paulo
Comentário de HELYZABETH KELEN TAVARES CAMPOS em 2 julho 2011 às 21:36
Comentário de Carlos Novaes em 2 julho 2011 às 2:25 Marcela, o seu relato foi muito oportuno. Sim, há algo novo acontecendo, embora menos claro aqui do que lá fora, e a razão é simples: enquanto lá eles experimentam uma crise tão aguda que beira a falta de perspectivas e, então, vão à luta; aqui nós vivemos o entorpecimento de um pseudorenascimento que ganha ares de trasnformação por causa do período longo de estagnação que viveu a sociedade brasileira -- para nós, qualquer lufada é vento. Mas os limites desse alvorecer tardio estão ficando penosamente claros e haverá tempestade antes da aurora. Nesses limites, jogam peso importante a corrupção (evidência do divórcio entre mundo dos políticos e mundo da vida), a questão ambiental (com destaque para a questão das florestas e a insalubridade nas grandes cidades) e o impasse do modelo agropecumineral exportador.
Há muito por fazer para tornar tudo isso mais claro e, em seguida, operacional do ponto de vista da ação política cotidiana e eleitoral.
um abraço,
Novaes
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