Você apóia Marina Silva como presidente do Brasil?
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Um pouco sobre você
Profissional de finanças, graduado em Administração e Gestão pela Universidade Padagógica em Moçambique, dono do blog Críticas e Reflexões, gosto do Social, antropológico, político, ciências e sobre tudo da liberdade. Detesto corrúptos e corruptores sou um aliado da Paz e da legalidade...
Cá te escrevo por sugestão do Jaime. Conversavamos (ele e eu) em outra comunidade sobre o desenvolvimento urbano e eu comentei que estava envolvida em um projeto desses em Lichinga.
Tenho estudado muito sobre Moçambique e parece-me que vocês têm dois grandes desafios: a construção de uma identidade e a apropriação do conhecimento. Entendo que "soluções tradicionais" como pedir a empresas estrangeiras que explorem as riquezas e ainda com isenção de impostos são desastrosas sob todos os aspectos.
Conhecimento- criatividade, micro-empreendedorismo social, governança-solidária, qualidade-de-vida, esses são, na minha compreensão, os pilares para o desenvolvimento sustentável de um povo/nação. O foco não está no capital financeiro mas nas redes de transição de conhecimento cujo "subproduto" acaba sendo a geração de recursos.
Outra coisa que creio ser extremamente necessária é a percepção do entrelaçamento dos problemas e das soluções. Assim o lixo (uma riqueza geralmente ignorada) é um problema que pode se tornar uma solução economica se for reciclado...
Joaquim, no Brasil teríamos que ter muito mais movimentos e muito mais redes para dar conta de pensar um território tão imenso com locais e questões ambientais tão diversos. O que acho que devemos aprender com o povo de Moçambique é como preservar a fauna e a flora para desenvolver o turismo. Temos muitos parques nacionais que não são visitados e vivem mal preservados porque não são explorados pelo turismo.
Joaquim, fico muito feliz e surpreendido com o desenvolvimento da consciência ambiental em Moçambique. Acho que em muitos aspectos ambientais e setores econômicos temos muito a aprender com vocês. Saudações Verdes e Marinistas do Brasil!
Falar dele é extenuar o seu rico tempo, basta lembrar que é um dos melhores historiadores (medievalistas) da actualidade.
Há uma coisa curiosa aqui. Foi o "mestre" quem pediu para tirar uma foto com o seu discípulo (modesta à parte), porquanto disse, sua esposa trabalhara na minha terra - Tete. É sempre bom dialogarmos com poços infindáveis de sabedoria, pessoas sem perconceitos, e sobretudo, anti-indomáveis de ideias e pensamentos. Isto foi em Évora, num Colóquio sobre a História.
Chacate Joaquim, eu sou de Atibaia, pequena cidade no estado de São Paulo, cerca de 140.000 hab, onde o Partido Verde elegeu prefeito três vezes seguidas. Eu sou ambiantalista desde 1980. Saudações a todos os moçambicanos!
Apropósito Bamo, o que dizes dos perigos que o município da Matola sugeita aos seus munícipes, alguma vez visitou as lixeiras de Malhampwene e do infulene?
De que importa tirar lixo de uma comunidade ou bairro ir deitar ao lado de outros residentes mesmo sem condições mínimas do tratamento do mesmo!
Sem querer falar de um todo de problemas com necessidades básicas como Água canalizada (os camiões vão vendendo); falta de energia eléctrica (com tanta pompa de melhoramento e alastramento de redes), estradas terciárias para ligar os Bairros. hei... os nossos votados parece que perderam a noção da missão para que foram mandatados. não achas?
Espero que a MARIA SILVA seja compreendida pelo Brazil e conduzão-na para ver-se haja governante sencível no mundo.
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Olá Joaquim!
Cá te escrevo por sugestão do Jaime. Conversavamos (ele e eu) em outra comunidade sobre o desenvolvimento urbano e eu comentei que estava envolvida em um projeto desses em Lichinga.
Tenho estudado muito sobre Moçambique e parece-me que vocês têm dois grandes desafios: a construção de uma identidade e a apropriação do conhecimento. Entendo que "soluções tradicionais" como pedir a empresas estrangeiras que explorem as riquezas e ainda com isenção de impostos são desastrosas sob todos os aspectos.
Conhecimento- criatividade, micro-empreendedorismo social, governança-solidária, qualidade-de-vida, esses são, na minha compreensão, os pilares para o desenvolvimento sustentável de um povo/nação. O foco não está no capital financeiro mas nas redes de transição de conhecimento cujo "subproduto" acaba sendo a geração de recursos.
Outra coisa que creio ser extremamente necessária é a percepção do entrelaçamento dos problemas e das soluções. Assim o lixo (uma riqueza geralmente ignorada) é um problema que pode se tornar uma solução economica se for reciclado...
Como você vê isso Joaquim? .Estou no rumo certo?
Este senhor é o Prof. Dr. José Mattoso.
Falar dele é extenuar o seu rico tempo, basta lembrar que é um dos melhores historiadores (medievalistas) da actualidade.
Há uma coisa curiosa aqui. Foi o "mestre" quem pediu para tirar uma foto com o seu discípulo (modesta à parte), porquanto disse, sua esposa trabalhara na minha terra - Tete. É sempre bom dialogarmos com poços infindáveis de sabedoria, pessoas sem perconceitos, e sobretudo, anti-indomáveis de ideias e pensamentos. Isto foi em Évora, num Colóquio sobre a História.
Zicomo
Zicomo
De que importa tirar lixo de uma comunidade ou bairro ir deitar ao lado de outros residentes mesmo sem condições mínimas do tratamento do mesmo!
Sem querer falar de um todo de problemas com necessidades básicas como Água canalizada (os camiões vão vendendo); falta de energia eléctrica (com tanta pompa de melhoramento e alastramento de redes), estradas terciárias para ligar os Bairros. hei... os nossos votados parece que perderam a noção da missão para que foram mandatados. não achas?
Espero que a MARIA SILVA seja compreendida pelo Brazil e conduzão-na para ver-se haja governante sencível no mundo.