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Permalink Responder até Ana Rosa Carvalho de Abreu em 11 janeiro 2011 at 9:43
Oi Fernando,
Você tocou em um ponto crucial, a fome e como resolvê-la. Esse problema que você observou é recorrente. Ele acontece sempre e eu poderia arriscar que em todas as cidades do Brasil. Você poderia demorar mais o seu olhar sobre o assunto e fazer uma proposta, um projeto para que se solucione? Estudar um modelo que possa ser aplicado em todas as cidades?
Um abraço e que Deus te abençoe por deter o teu olhar em algo tão importante e que parece tao pequeno, aos olhos desavisados de quem acha que não é responsável pelo assunto.
Permalink Responder até Ana Rosa Carvalho de Abreu em 11 janeiro 2011 at 9:55
Fernando, você identifica um problema:
DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS.
Analisa o problema:
O quê: Quantidade de alimentos desperdiçados
Onde: Nas feiras livres, mercados públicos e supermercados.
Consequência: Alimentos jogados no lixo e depois disso sendo utilizados por moradores de rua e desempregados.
E,depois dessa análise, você dá a solução.
Governo adotar medidas de combate ao desperdício de alimentos e incentivar reaproveitamento, através de programas de alimentação alternativa.
Tudo correto, só que não acontece. E não acontece porque? Porque o agente que você identifica como responsável (e está correto), não está agindo.
Então, que tal, suprimir esse agente. E colocar a palavrinha mágica "nós", no lugar daquele que não está agindo?
O que podemos fazer?
Em uma primeira visão eu diria que não podemos legislar, ou seja, não podemos adotar medidas de combate ao desperdício para serem executadas por outras pessoas. Só somos responsáveis pelos nossos próprios atos, mas podemos sugerir, podemos conscientizar. E talvez possamos fazer muito mais. Está em nossas mãos.
O problema, o enigma está lançado. Cabe a nós decifrá-lo.
Um abraço.
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