Movimento Marina Silva

Qual o Brasil que queremos?


1.       Brasil com Economia sustentável


Como?


Incentivando negócios sustentáveis



Se preferir, escute aqui o conteúdo deste texto.


Lá no horizonte observa-se um mercado em que o respeito aos direitos humanos, a valorização da diversidade socioambiental, a dignidade nas relações trabalhistas e a promoção do bem-estar das comunidades são pré-requisitos para atuação das empresas. Os empreendimentos baseiam-se no uso de energia limpa e adotam o reuso de matérias-primas. Tem mecanismos de descarte com controle de emissão e metas de desperdício zero. Além disso, buscam estabelecer parcerias na cadeia produtiva para manter relações comerciais sustentáveis. Será uma miragem?

Pode ser uma imagem de futuro, caso a coerência entre o discurso e a prática se faça no presente. Se hoje a sustentabilidade deixou a periferia e passou ao centro do discurso, ainda falta um tempo para que o lucro a qualquer custo seja uma prática do passado. No entanto, com os olhos no futuro e o presente nas mãos podemos fazer escolhas por uma economia sustentável em que os recursos naturais sejam fator de desenvolvimento que impulsiona a melhoria da qualidade de vida para tod@s.

Isso é possível com ações de incentivo a padrões sustentáveis de produção e consumo. Estímulos que surgirão de iniciativas governamentais, sociais e empresariais. Não bastarão incentivos fiscais, embora sejam necessários. Nem serão suficientes ações de coerção, ainda que sejam úteis. O que precisamos é de ampliar nossa capacidade de gerar inovação que viabilizem soluções para uma economia com baixo consumo e emissão de carbono em setores com grande potencial no Brasil como a construção civil, a indústria, o turismo, a geração de energias limpas, o transporte e a agropecuária.

Nesse caminho, Marina tem uma visão contundente: “O investimento em inovação é crucial para dotar o Brasil de capacidade para aproveitar a vantagem competitiva que seu vasto território e suas amplas riquezas naturais e humanas lhe conferem. É preciso investir em conhecimento e em inovação como estratégias prioritárias para potencializar esse patrimônio natural e viabilizar a transição para uma economia mais sustentável, de baixa emissão de carbono. Para isso deve-se investir na inventividade, empreendedorismo e criatividade, tratando-a como ativo econômico.”

A inventividade brasileira é capaz de dar conta do recado? Basta aliarmos incentivos governamentais – menos tributos, mais financiamento, fomento a pesquisas e regulamentação clara e aplicada –, com estímulo ao consumo responsável, dando ênfase à educação ambiental crítica que viabilize escolhas sociais que enraizam, no cotidiano, hábitos mais saudáveis para cada um e para o planeta. Essa aliança entre governo e sociedade pode pressionar a reorientação das relações comerciais para que os interesses coletivos sejam considerados como parte da mercado-lógica? É uma aposta no futuro. Assim, sem enganar nossos sentidos, poderemos ver no horizonte uma imagem do Brasil que queremos.

Tags: economia, sustentabilidade

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Vejo que no Brasil há grande movimento no desenvolvimento de soluções inovadoras em geração de energia elétrica. Entretanto o governo ainda não investe em inovação. Os investimentos parecem ser mais difíceis para o desenvolvimento de inovação radical porque há insegurança devido a complexidade técnica.
É incrível isso, né. Por outro lado, apesar da insegurança e a complexidade técnica, investe-se em exploração de petróleo no pré-sal, por exemplo.
Qual é o Brasil que queremos?!

Marina disse uma coisa muito legal na sabatina do Estadão. Disse que o homem não saiu da idade das pedras porque as pedras lhe estavam fazendo mal ou ameaçando seu futuro. E nós, na idade do petróleo?
É um mal necessário mas de que nós precisamos, com investimento em tecnologia, nos livrar aos poucos da dependência.
Exato,
Vejo que o Pré-sal poderia subsidiar a soberania tecnológica mundial de nosso pais em questões energéticas.

Não podemos usar o retorno dos investimentos do pré-sal para "pescar mais peixes", precisamos utilizá-lo para construir "barcos pesqueiros". Ou seja, investir em inovação. Desta forma utilizaremos este recurso do pré-sal para dar um salto tecnológico e consequentemente lucrativo, levando consigo as classes mais pobres por meio da demanda por capacitação.

Precisamos ser independentes da tecnologia estrangeira. Precisamos vender tecnologia que sempre se renova ao invés de nossos recursos naturais que são insubstituíveis.
Entende-se a preocupaçao mundial com o aquecimento global, pois ele é diretamente causado pela crise ambiental em que se vive atualmente, merecendo, portanto, toda a atençao e preocupação, uma vez que é o causador de grandes catástrofes que vêm assustando a humanidade.
Em face dos resultados conhecidos por meio desses encontros mundias a respeito de mudanças climáticas, o que se propõe, é um desenvolvimento baseado na qualidade, chamado de desenvolvimento sustentável, adquirido através de uma educação ambiental transversal, que atenda aos moldes econômicos, políticos, sociais, culturais e ambientais nos dias de hoje de uma forma sustentável, ou seja, equilibrada, sem causar prejuízos ao meio ambiente, garantindo assim uma boa qualidade de vida para as atuais e futuras geraçoes.
Apresenta-se a EDUCAÇÃO AMBIENTAL na modalidade de tema TRANSVERSAL como proposta de sustentabilidade, onde o indivíduo adquirirá uma compreensão e uma consciência ecológica, a partir do qual gerarar-se-ão novos comportamentos, novos hábitos, novas práticas diárias que, sem dúvida, trarão importantes promessas para o futuro do planeta.
Por isso, precisamos urgentemente de alguém com o perfil da MARINA SILVA (43) na presidência deste nosso país (BRASIL). Com certeza, MARINA SILVA compreende a importância da Educaçao Ambiental na formação da consciência ecológica de cada cidadão.
Vamos exercer nossa cidadania, votando na MARINA SILVA (43) para nossa PRESIDENTE DO BRASIL!
Ivone Brandão Melo Dorresteijn
Acredito que falte politicas públicas eficintes, que realmente não sejam contraditótias entre os belos discursos é ao fato de ser aplicadas.
Devemos nos perguntar:

O que queremos?
Para onde vamos?
Como queremos chegar?

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