Movimento Marina Silva

AMIGOS,

gostaria de convidá-los a uma discussão mais profunda do planejamento das regiões metropolitanas.
Está em elaboração o PDDI-PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO da RMBH, que envolve 34 municípios da região de BH.
A sociedade civil participa de forma legal com 2 representantes no Conselho Metropolitano e constituiu um colegiado de 30 entidades para discutir a participação e contribuição da sociedade civil nessa construção.
tragam suas experiências!!!

abs

Dorinha Alvarenga


Exibições: 6

Anexos

Responder esta

Respostas a este tópico

Cara Dorinha.
Sou arquiteto, urbanista e professor na área do planejamento urbano e de regiões. Às vezes fico me perguntando por que a obsessão com a cidade? Acho que sustentável deve ser a vida, o homem, a sociedade dos homens e a solidariedade entre eles.... A cidade é apenas consequência da forma como o capitalismo projeta o habitat humano para o lucro....O foco deveria então se concentrar, na minha modesta opinião, no homem, nos seus problemas, nas dificuldades de suas vidas, nas suas carências e necessidades... A cidade? Seria apenas e nada mais que "um meio" para se buscar a realização de uma vida mais digna para "as pessoas" e não, como às vezes, sou levado a imaginar, um “fim” em si mesmo...
O planejamento, em minha opinião, é fundamental, mas não "esse" planejamento tipo físico, preocupado exclusivamente com o territorial, focado na "melhoria" ou “eficientização” dos meios de produção representados pelos espaços da cidade. Após 100 anos dessa prática de planejamento em todo mundo (e tomando BH como ícone) poderíamos dizer que os problemas se reduziram? Acho que não, e nem poderia ser diferente. Esse planejamento tem uma linguagem dúbia, pois por um lado quer nos fazer crer que melhorar os espaços da cidade significa melhorar a vida do cidadão,...mas por outro, na verdade, o objetivo é tornar mais eficiente o espaço da produção e circulação da mercadoria no espaço urbano tendo em vista a realização do lucro. Não, decididamente esse não é o planejamento a que me refiro. Planejamento, em minha opinião, é participar, livre e democraticamente junto com as pessoas (e a partir delas) da organização da vida, da estruturação dos processos para realização dos seus interesses e necessidades, voltados sobretudo para dignificação e emancipação do ser humano, respeitando suas diferenças e diferentes necessidades. Isso em minha opinião é sustentabilidade...sustentabilidade da vida, do amor, da fraternidade, da ‘co-labor-ação’ e da capacidade do ser humano de se renovar e de se recriar.
Um abraço fraterno.
Dorinha e demais companheiros, a lei que regulamenta o planejamento urbano é o Estatuto das Cidades. No Estatuto está previsto a realização de Planos Diretores, sendo os mais urgentes os das regiões metropolitanas, que envolve vários municípios. Nesses municípios não dá para cada município fazer o seu plano diretor sem fazer antes o PDDI da região metropolitana. Não conheço muito a região mas acho que é possível fazer um PDDI participativo, mesmo porque BH está avançado no OP e em planejamento local. Vou acompanhar bem atento o PDDI-RMBH!Parabéns!
Nilton, o seu posicionamento me parece o mais claro, não tenho formação na area , mas, como cidadã do mundo, sempre me perguntei porque continuar com um modelo que não dá certo, construindo cada vez mais edificios...e preciso partir de um novo paradigma, o que voce apresenta com tanta clareza...mas contar com quem se todos parecem hipnotizados e partindo para luta sem ver os "fundamentos"... sempre nessa idéia de melhorar o que já existe... Tudo bem, não é simples e nem será facil... se realmente conseguirmos mudar o rumo das coisas...
Saudações
Nilton Ricoy Torres disse:
Cara Dorinha.
Sou arquiteto, urbanista e professor na área do planejamento urbano e de regiões. Às vezes fico me perguntando por que a obsessão com a cidade? Acho que sustentável deve ser a vida, o homem, a sociedade dos homens e a solidariedade entre eles.... A cidade é apenas consequência da forma como o capitalismo projeta o habitat humano para o lucro....O foco deveria então se concentrar, na minha modesta opinião, no homem, nos seus problemas, nas dificuldades de suas vidas, nas suas carências e necessidades... A cidade? Seria apenas e nada mais que "um meio" para se buscar a realização de uma vida mais digna para "as pessoas" e não, como às vezes, sou levado a imaginar, um “fim” em si mesmo...
O planejamento, em minha opinião, é fundamental, mas não "esse" planejamento tipo físico, preocupado exclusivamente com o territorial, focado na "melhoria" ou “eficientização” dos meios de produção representados pelos espaços da cidade. Após 100 anos dessa prática de planejamento em todo mundo (e tomando BH como ícone) poderíamos dizer que os problemas se reduziram? Acho que não, e nem poderia ser diferente. Esse planejamento tem uma linguagem dúbia, pois por um lado quer nos fazer crer que melhorar os espaços da cidade significa melhorar a vida do cidadão,...mas por outro, na verdade, o objetivo é tornar mais eficiente o espaço da produção e circulação da mercadoria no espaço urbano tendo em vista a realização do lucro. Não, decididamente esse não é o planejamento a que me refiro. Planejamento, em minha opinião, é participar, livre e democraticamente junto com as pessoas (e a partir delas) da organização da vida, da estruturação dos processos para realização dos seus interesses e necessidades, voltados sobretudo para dignificação e emancipação do ser humano, respeitando suas diferenças e diferentes necessidades. Isso em minha opinião é sustentabilidade...sustentabilidade da vida, do amor, da fraternidade, da ‘co-labor-ação’ e da capacidade do ser humano de se renovar e de se recriar.
Um abraço fraterno.
Olá Robson,

Na verdade o Estatuto da Cidade , Lei 10.257/2001, prevê vários instrumentos para organizar de forma legal o território do município e isso inclui também a área rural.
No caso da especulação imobiliária o plano Diretor Municipal pode incluir o IPTU progressivo no tempo para áreas que se encontram dentro do perímetro urbano , deixadas para especulação e pode também
utilizar o parcelamento compulsório.
Se além desses o espaço não for utilizado o município pode desapropriar a área e pagar com títulos de dívida pública em até 10 anos.
O que falta ao meu ver muitas vezes é conhecimento legal do que o Plano Diretor pode fazer pela reforma urbana e acima de tudo, vontade política.
Uma forma muito importante se Marina for eleita, é fazer do planejamento participativo dos municípios ,uma forma sustentável de atuação em prol de espaços sustentáveis.

Robson José Cõgo disse:
Dorinha, bom dia
Em meio a ocupação desordenada, áreas de risco e tragédias, dificilmente ouvimos falar da especulação imobiliária como fator indutor, forçando ocupações ilegais, onde o preço dos terrenos torna inacessível ser adquirido pelas camadas mais pobres da sociedade, empurrando milhões para os barrancos e valas. Enquanto isso muitos proprietários de terrenos nas cidades ficam esperando a valorização.
Por que ninguém fala em reforma urbana?
Concordo com vc Robson,

Na verdade ao abaixar o IPI dos carros , Lula mais uma vez tomou uma atitude clientelista.
Em Minas Gerais, 35% das emissões de gases de efeito estufa , se devem ao modelo de transporte que se adotou nas cidades.O trasnporte individual é a prioridade.
No último ano houve um aumento de 230% de carros nas ruas de Belo Horizonte.
São medidas como essas em vez de uma política de trasnporte coletivo que priorize a integração entre
trens, metrô, onibus com ocrredores especiais, ciclovias que precisam ser incentivados.
Grande parte do caos das cidades se deve a falta de planejamento integrado entre trasnporte e uso e ocupação do solo.
Uma política de transporte urbano que priorize o transporte de massa, com integração de tarifas nas regiões metropolianas, com gestão integrada e participativa dos usuários, com controle do trasnporte individual, priorizando o uso de tecnolgias de trasnporte sustentável e não poluente, precisa ser pensado com urgência!!!

Dorinha Alvarenga

Robson José Cõgo disse:
Dorinha, leia o que escrevi dias destes aqui no forum
Quantas linhas serão escritas, quantas palavras serão ditas e quantas serão omitidas, que lições a recente crise econômica que sacudiu o mundo nos traz?
Sem a pretensão de elaborar um tratado, mas trazer a esse fórum idéias de uma pessoa comum, que trabalha e que quer ver um dia um país melhor.
Vimos aos primeiros sinais um grande esforço do governo central em criar condições para que a indústria automobilística não fosse prejudicada, empresas multinacionais que passam anos e mais anos realizando lucros e enviando às matrizes e ao menor sinal de crise ameaçam com desemprego, conseguem empréstimos no BNDES. Por que esse incentivo insano há um meio de transporte caro, e que consequentemente promove um inchaço nas grandes cidades?, Por que se comemora tanto os recordes de vendas de carros, levando ao caos a crescente degradação da qualidade de vida das cidades, obrigando governos estaduais, municipais a construirem mais pontes, mais viadutos, mais estradas, em detrimento de mais creches, mais escolas, mais hospitais, desapropriações milionárias, pois até mesmo as cidades mais novas já sentem esse câncer. Não poderia ser diferente?, Não poderiam ser gerados milhares e milhares de empregos na construção de infraestrutura e mobilidade nas cidades?
Por que a malha ferroviária é tão precária, pois com certeza se a maior parte da produção fosse transportada por trens teríamos um custo de vida menor.
Por que na época do Império nossa marinha mercante era uma das maiores do mundo e hoje importamos navios? o que aconteceu?
Por que tantas e tantas coisas que usamos em nosso cotidiano são produzidos por multinacionais?
Será que não temos capacidade de produzir um televisor, um celular, uma máquina de calcular?
Nossos governantes são somente impostores?
Procirei ,fantástico o artigo, segue anexo dele no arquivo embaixo:"REFLEXÕES"

Robson José Cõgo disse:
Dorinha, procure na internet. " O fenõmeno urbano como fenõmeno social e gestão participativa como caminho para a sustentabilidade de Elizabeth Seraphim Prosser, além de outros artigos que vc pode encontrar
Anexos
MINAS GERAIS,

ESTÁ VIVENDO HOJE O MAIOR CICLO PREDATÓRIO DE TODA NOSSA HISTÓRIA.
O EIKE BATISTA ,FILHO DO ELIESER BATISTA, AQUELE PRESIDENTE DA VALE, É DONO DE QUASE TODO O SUBSOLO DE MINAS, VINDO DE UMA SOCIEDADE COM O DANIEL DANTAS...
E SOMOS VENDIDOS NA BOLSA...
NOSSO PATRIMÕNIO NATURAL,ARQUITETÔNICO, ARTÍSTICO E ARQUITETÔNICO TEM SIDO DESTRUÍDO.
O QUE É PIOR NOSSO POVO, É HOJE TÃO OU MAIS ESCRAVO DE TRANS NACIONAIS, COMO A ANGLO AMERICAN, ANGLO FERROUS, ANGLO GOLD,VALE DO EX-RIO DOCE...
ENFIM COMO MOSTRA O FILME AVATAR SEREMOS EM POUCO TEMPO UM ESTADO DE BURACOS, SEM ÁGUA , SEM CULTURA , SM MONTANHAS E SERRAS...
ENQUANTO ISSO AÉCIO NEVES E EIKE BATISTA ESTARÃO EM UMA FEST NO RIO DE JANEIRO COMEMORANDO MAIS UMA LICENÇA AMBIENTAL!!!

VEJA O QUE ACONTECE EM MINAS, EM CONCEIÇÃO0 DO MATO DENTRO:

VÍDEOS:
1- CONCEIÇÃO GUARDE NOS OLHOS:
http://www.youtube.com/watch?v=kLxQjBsvQdo

2- CONCEIÇÃO GUARDE NOS OLHOS II:
http://www.youtube.com/watch?v=oysDR7sf5RU

3-CONCEIÇÃO GUARDE NOS OLHOS III-MUMBUCA
http://www.youtube.com/watch?v=DRCoXLCeovc

É MUITO SÉRIA ESSA QUESTÃO E PERGUNTAMOS A MARINA QUAL É A POSIÇÃO DELA DENTRO DESSA MINAS DE ÁGUAS GERAIS QUE ESTÁ SENDO DEGLUTIDA PELAS TRANSNACIONAIS COM O GOVERNO DO ESTADO DE MINAS E TÉCNICOS DA SEMAD COMO SÓCIOS E PARCEIROS????

DORINHA ALVARENGA

Robson José Cõgo disse:
Dorinha.
Este tema realmente é de grande complexidade. Talvez não tenhamos resposta pra tudo, mas também já existe inúmeros casos que não queremos mais. Veja aqui onde moro, Vitória ES, vc conhece? Temos uma grande siderúrgica a CST e a Vale do Rio Doce com varias usinas de pelotização, quase não existia favela antes dessas empresas, o tão falado progresso trouxe mazelas até hoje não solucionadas onerando por anos e anos os orçamentos municipais. Por que foram instaladas dentro da cidade?. Outro dia foi noticiado um total de mais de 200 mil pessoas com problemas alérgicos, isso é normal?, penso que até mesmo pra estas empresas já não está sendo um bom negócio, pois é cada vez mais frequente os investimentos em filtros anti-poluentes, e outros investimentos socias, enfim como venderão aço pro japão e europa se são empresas sujonas, é preciso limpar a imagem, e isso não é barato.
Mesmo Brasília, que foi planejada, hoje está se tornando insustentável.
Muitas coisas acontece por vaidade política. estão construindo a sede da Petrobras em Vitória, onde irão trabalhar mais de 3 mil pessoal, dentro de um bairro já problemático em termos de infraestrutura. Por que não construiram em outro lugar.
É preciso construir novas cidades, e diminuir a pressão nas já existenbtes.
Abraços
FAÇO PARTE DO GRUPO CIDADES SUSTENTÁVEIS DA AGENDA 21 DE MINAS GERAIS!!!

Robson José Cõgo disse:
Dorinha
Procure na internet,
Agenda 21
cidades sustentáveis e mesmo o programa Cidades e soluções da Globo news
ROBSON,

MUITO LEGAL O TRABALHO DE ROBERT WYLAND!!!
sEGUEM ARQUIVOS DE FOTOS EM SANTOS E OUTRO NOS USA.

Robson José Cõgo disse:
Dorinha, veja isso

Aquário - 60 anos de sucesso

O Aquário Municipal de Santos, o mais antigo do país, é o parque mais
procurado da cidade e o segundo mais visitado do Estado, com cerca de
500 mil visitantes por ano, número só superado pelo Zoológico de São
Paulo.

Inaugurado a 2 de julho de 1945, com a presença de Getúlio Vargas,
então Presidente da República, o Aquário Municipal de Santos foi uma
iniciativa do Prefeito Antonio Gomide Ribeiro dos Santos. Com 1.000 m2
de área e 50 tanques, foi o primeiro e maior aquário brasileiro,
figurando como tal no Guiness Book de Records, em 1995.

Em 1997 o Aquário sofreu uma reforma: perdeu tanques, mas ganhou um
auditório e mais espaço para o setor técnico. Até julho de 2004, o
Aquário possuía 35 tanques com capacidade para mais de 200 mil litros
de água, onde viviam cerca de 70 espécies diferentes, num total de 300
animais.

Em 16 de agosto de 2004, o Aquário fechou para uma grande reforma e
ampliação, em obra prevista inicialmente para o período de 4 meses, a
um custo orçado em R$ 2,5 milhões em recursos do Dade (Departamento de
Apoio e Desenvolvimento das Estâncias). O lobo-marinho foi transferido
para o Orquidário Municipal, onde foi acomodado no lontrário até o
final das reformas.

O novo Aquário reabriu em 26 de janeiro de 2006, em festa de
inauguração com a presença do Governador Geraldo Alckmin e do Prefeito
João Paulo Tavares Papa.
2006 - O novo Aquário

Externamente, o antigo prédio foi remodelado, procurando se manter
suas características arquitetônicas originais. Ele fica como porta de
entrada do parque, tendo recebido uma cobertura e rampa de acesso para
deficientes na entrada.
Alguns degraus formam uma pequena arquibancada, para atividades
educacionais e ambientais. Uma nova bilheteria é interligada com a
entrada
principal por uma passarela coberta. Na parte acima da laje foram
criados novos espaços, onde foram construídos sanitários, inclusive um
com acessibilidade, e uma área de segurança.

Dentro, o antigo auditório foi modernizado e ampliado, ganhando mais
15 m² e aumentando a sua capacidade para 56 pessoas. A antiga área
circular do lobo marinho foi transformada em um grande tanque
oceânico, o tanque das tartarugas foi duplicado e os três tanques de
água doce foram unificados em um grande tanque amazônico.

Ao lado do antigo prédio foi construído um prédio anexo com dois
pavimentos, aumentando a área construída de 1.098 m² para 3.223 m²,
sendo 2.214 m² abertos para visitação pública e o restante reservado
para os serviços funcionais do parque. Duas passarelas fazem a ligação
entre os dois edifícios, uma para o trânsito dos visitantes e a outra
exclusiva para os funcionários.

No novo prédio, o pavimento superior foi reservado às atividades
técnicas e de pesquisa desenvolvidas pela equipe de profissionais do
parque. O pavimento térreo se divide em três setores, dois para
visitação e um destinado a serviços funcionais do parque. Ali foram
construídos um grande tanque para os pinguins, que passaram de 10 para
cerca de 40 espécimes, um tanque de toque, um tanque de carpas e o
maior recinto do aquário, destinado ao lobo-marinho. Um terceiro setor
recebeu uma loja de souvenirs, um tanque de reabilitação e espaços
funcionais.

A iluminação foi ampliada com a instalação de refletores maiores. Nos
tanques, as lâmpadas de vapor metálico facilitam a visualização.
Os dois prédios receberam nova comunicação visual, com painéis de
identificação dos peixes.
Das 70 espécies e quase 700 animais que abrigava, o Aquário agora tem
150 espécies e cerca de 4 mil animais, desde pequenos invertebrados
até mamíferos marinhos.

As instalações dos animais seguem rigorosamente as normas e exigências
do Ibama e toda a área dos tanques é servida por um corredor interno
para acesso dos técnicos e tratadores. O complexo foi totalmente
climatizado, com temperaturas especiais para o setor dos pinguins e
lobo marinho.
No total, são 31 tanques com 1,3 milhão de litros de água
doce e salgada, tratadas por 25 bombas de filtragem, sendo 6 delas
exclusivas para o tanque do lobo marinho. Uma grande turbina de
ar-comprimido, ligada a todos os tanques, é responsável pela
oxigenação da água. Uma moderna subestação elétrica alimenta as bombas
e um gerador de emergência garante a sobrevivência dos animais em caso
de falta de energia.
Cenografia reproduz habitats naturais

Todos os tanques e aquários receberam cenografias que reproduzem os
habitats naturais dos animais. Nos tanques de água doce, foram criados
ambientes de fundo de rio, com galhos, folhagens, raízes e barrancos.
Os peixes de água salgada nadam em ambientes rochosos. O tanque
oceânico reproduz o fundo da costa brasileira.

No tanque das moréias, que preferem ficar escondidas, foram utilizados
canos de PVC para criar fendas rochosas. O tanque amazônico reproduz
uma floresta inundada e os recintos do lobo-marinho e dos pinguins
receberam a paisagem rochosa da Patagônia. Um ambiente que ficou
bastante diferente é o tanque dos peixes asiáticos. Com as "ruínas" de
um templo submerso da Ásia, é o único que não representa um ambiente
natural.

O trabalho artístico de cenografia foi idealizado pelo cenógrafo
Renato Ribeiro, com a ajuda da equipe técnica do Aquário e pesquisas
de foto. Para confeccionar as cenografias, Ribeiro trabalhou com seis
artistas, especialistas em modelagem, escultura e pintura, que
utilizaram resina,
fibra de vidro, pó de areia, tinta atóxica, cimento, PVC e outros materiais.
Para os tanques maiores, como o dos pinguis, o recinto do lobo marinho
e os tanques oceânico e amazônico, o cenógrafo construiu miniaturas do
ambiente a ser reproduzido, a fim de facilitar a discussão do projeto
com as equipes do Aquário e da empreiteira contratada para a obra.
Painéis conscientizam para a Ecologia

Em maio de 2008, as paredes externas do Aquário receberam dois murais
elaborados pelo artista plástico e ambientalista norte-americano
Robert Wyland. O artista é conhecido mundialmente pelo seu trabalho de
conscientização ecológica focado na vida marinha. Até então, Wyland
executara 97 painéis em várias cidades ao redor do mundo e os de
Santos, retratando animais marinhos, constituem a primeira obra do
artista em toda a América do Sul.
Visitas
Veja Info para horários de funcionamento e localização.
©2004-
Anexos
PREZADO NILTON,

COMO ARQUITETA URBANISTA COMO VC, TENHO A MESMA VISÃO , O PLANEJMANTO SÓ FAZ SENTIDO SE FOR PARTICIPATIVO E SUA GESTÃO E IMPLEMENTAÇÃO DEVE SER FEITA ATRAVÉS DE UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA.
PENSO QUE OS PLANOS ELABORADOS NAS DECADAS DE 70 E 80, TINHAM SIM A CARACTERÍSITCAS DE TEREM SIDO FEITOS DENTRO DE GABINETES,MAS APÓS A COSNTITUIÇÃO DE 88 E INCIVAMENTE APÓS A LEI DO ESTATUTO DAS CIDADES EM 2001, O PLANEJAMENTO PASSOU A SER EXECUTADO COM A PARTICIPAÇÃO POPULAR E SUA GESTÃO EM CONJUNTO COM O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO TEM SIDO UMA EXPERIÊNCIA NOVA DE PLANEJAMENTO DE TODO O TERRITÓRIO, NÃO SO DA ÁREA URBANA,MAS DE TODO O TERRITÓRIO,INCLUINDO A ÁREA RURAL.
COORDENEI 4 PLANOS DIRETORES, O DE ARAXÁ EM 1989, MINHA CIDADE NATAL E FOI UMA EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA.
A CIDADE É BELÍSSIMA, COM QUALIDADE AMBIENTAL MUITO GRANDE A PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO NA ÉPOCA FOI ALGO QUE FICOU MARCADO NA HIST´RIA DA CIDADE.
DEPOIS COORDENEI O DE ESMERALDAS, CAPIM BRANCO E ITAGUARA, MAIS RECENTEMENTE, NA REGIÃO METROPOLITANA DE BH,EM 2006.
EM TODOS TIVEMOS A LEITURA COMUNITÁRIA FEITA PELAS COMUNIDADES LOCAIS E FOI CONSTITUÍDO O NÚCLEO GESTOR ELEITO NAS REUNIÃO DA LEITURA COMUNITÁRIA.
oS NÚCLOES FORRAM TRASNFORMADOS EM CONSELHOS M,UNICIPAIS DE DESENVOLVIMENTO LOCAIS E LINKADOS AO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO.

ACREDITO QUE PLANEJAMENTO É UM PROCESSO, NUNCA TEMOS O FIM DO PLANEJAMENTO E, COMO PROFISISONAIS ,DEVEMOS FAZER DESSE PROCESSO UMA OPORTUNIDADE PARA O EXERCÍCIO DE CIDADANIA , PARTICIPAÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A GESTÃO SUSTENTÁVEL.

PENSO QUE ENTRE CIDADES QUE BUSCAM UM PLANEJAMENTO E OUTRAS QUE NÃO SE PREOCUPAM COM ISSO , COM CERTEZA A QUALIDADE MABIENTAL DAS PRIMEIRAS , PRINCIPALMENTE COM PARTICIPAÇÃO POPULAR É BEM MELHOR!!!

PRECISAMOS FAZER DESSE PROCESSO DE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO UAM POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PÚBLICA.

ABS

DORINHA ALVARENGA

Nilton Ricoy Torres disse:
Cara Dorinha.
Sou arquiteto, urbanista e professor na área do planejamento urbano e de regiões. Às vezes fico me perguntando por que a obsessão com a cidade? Acho que sustentável deve ser a vida, o homem, a sociedade dos homens e a solidariedade entre eles.... A cidade é apenas consequência da forma como o capitalismo projeta o habitat humano para o lucro....O foco deveria então se concentrar, na minha modesta opinião, no homem, nos seus problemas, nas dificuldades de suas vidas, nas suas carências e necessidades... A cidade? Seria apenas e nada mais que "um meio" para se buscar a realização de uma vida mais digna para "as pessoas" e não, como às vezes, sou levado a imaginar, um “fim” em si mesmo...
O planejamento, em minha opinião, é fundamental, mas não "esse" planejamento tipo físico, preocupado exclusivamente com o territorial, focado na "melhoria" ou “eficientização” dos meios de produção representados pelos espaços da cidade. Após 100 anos dessa prática de planejamento em todo mundo (e tomando BH como ícone) poderíamos dizer que os problemas se reduziram? Acho que não, e nem poderia ser diferente. Esse planejamento tem uma linguagem dúbia, pois por um lado quer nos fazer crer que melhorar os espaços da cidade significa melhorar a vida do cidadão,...mas por outro, na verdade, o objetivo é tornar mais eficiente o espaço da produção e circulação da mercadoria no espaço urbano tendo em vista a realização do lucro. Não, decididamente esse não é o planejamento a que me refiro. Planejamento, em minha opinião, é participar, livre e democraticamente junto com as pessoas (e a partir delas) da organização da vida, da estruturação dos processos para realização dos seus interesses e necessidades, voltados sobretudo para dignificação e emancipação do ser humano, respeitando suas diferenças e diferentes necessidades. Isso em minha opinião é sustentabilidade...sustentabilidade da vida, do amor, da fraternidade, da ‘co-labor-ação’ e da capacidade do ser humano de se renovar e de se recriar.
Um abraço fraterno.
QUERIDO JAIME TAKANO,

PRA MIM O ESTATUTO DA CIDADE, LEI 10257/2001 FUNCIONA COMO UMA BÍBLIA DO PLANEJADOR E URBANISTA. TEM TUDO ALÍ, É SÓ NÓS PROFISSIONAIS COLOCARMOS AQUELES INSTRUMENTOS NA PRÁTICA.
NO CASO DE RMBH, HOUVE EM DEZEMBRO DE 2009 A CONFERÊNCIA METROPOLITANA ENVOLVENDO OS 34 MUNICÍPIOS DA RMBH E DURANTE A CONFERÊNCIA HOUVE A ASSEMBLEIA METROPOLITANA.
FORAM ELEITOS OS REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL ATRAVÉS DE ELEIÇÃO DIRETA EM 5 SEGMENTOS:SINDICATOS, ONGS, INSTITUIÇÕES DE ENSINO,ENTIDADES DE CLASSE, MOVIMENTO POPULARES E ASSOCIAÇÕES COMUNITÁRIAS E EMPRESÁRIOS.
FORAM ELEITAS 30 ENTIDADES, 6 DE CADA SEGMENTO QUE CONSTITUEM O COLEGIADO, ÓRGÃO DE ASSESSORAMENTO TÉCNICO AOS 2 REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL QUE PARTICPAM DO CONSELHO METROPOLITANO,ÓRGÃO QUE COORDENA ,APROVA E VAI GERIR O PDDI DA RMBH. NO CASO FUI ELEITA ,UMA DOS 2 REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL E PELO FATO DE SER ARQUITETA URBANISTA ESTOU CONSEGUINDO ATUAR COMO UMA REPRESENTANTE QUE COBRA ALÉM DA PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA, APROFUNDAMENTO NAS QUESTÕES TÉCNICAS.
ESTA SENDO UMA OPORTUNIDADE MUITO IMPORTANTE E STOU ENCARANDO ESSE TRABALHO COM MUITA RESPONSABILIDADE E EMPENHO!!!

ABS

DORINHA ALVARENGA

jaime takano disse:
Dorinha e demais companheiros, a lei que regulamenta o planejamento urbano é o Estatuto das Cidades. No Estatuto está previsto a realização de Planos Diretores, sendo os mais urgentes os das regiões metropolitanas, que envolve vários municípios. Nesses municípios não dá para cada município fazer o seu plano diretor sem fazer antes o PDDI da região metropolitana. Não conheço muito a região mas acho que é possível fazer um PDDI participativo, mesmo porque BH está avançado no OP e em planejamento local. Vou acompanhar bem atento o PDDI-RMBH!Parabéns!
OLÁ LUIZ CLAUDIO,

APESAR DE VÁRIAS COLOCAÇÕES DE NOSSO AMIGO ROBSON, EU AS CONSIDEREI TODAS MUITO BOAS E PERTINENTES, ALÉM DO MAIS O FERMENTO É SEMPRE POUCA QUANTIDADE, MAS A QUALIDADE DO MESMO É CAPAZ DE INTERFERIR E MUITO EM TODA A MASSA!!!

E VC O QUE TEM PRA NOS CONTAR SOBRE O PLANEJAMENTO DA SUA CIDADE?

ABS

DORINHA ALVARENGA

Luis Claudio Albuquerque disse:
só tem 1 participante neste fórum? Acabou o "movimento marina"?

RSS

© 2012   Criado por Movimento.

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço