Movimento Marina Silva

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Respostas a este tópico

É por aqui agora que vamos nos corresponder?? Era essa a página que a Marcela estava falando?

Acho melhor e mais propicio esta resde.

Pensei que este site seria encerrado em 03/10/11.

Miguel Jorge Souza Como podemos transformar a indignação e rebeldia em um processo constitucional que dura? Como tornar o poder constituinte uma experiências de democracia, não só a democratização da praça pública ou bairro, mas inventando uma sociedade que seja verdadeiramente democrática?
 
  • Miguel Jorge SouzaDepois que o mundo inteiro, inclusive o Brasil, se manifestou nas ruas nesse dia 15, penso que devemos começar a buscar respostas para tais perguntas
  •  
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                     AS INDAGAÇÕES

A resposta certa, não importa nada:

o essencial é que as perguntas estejam certas..Mário Quinta ***************************@@@@**************************************

Oi Lenir

Embora não exista unanimidade, acho que podemos usar como experiência informal, para futura decisão quando houver outras opições.

 

COPIA DE UMA DISCUÇÃO DO FB NO COLETICO MOVIMENTO NOVA POLÍTICA

Marcela Moraes ‎#organização #comunicação #redessociais

Qual/Quais a(s) melhor(es) plataforma(s) para organização dos debates deste Movimento?
Quais as plataformas possíveis? (face? ning? wordpress? joomla?)
Quais as vantagens e desvantagens de cada uma?

    • Miguel Jorge Souza Entendo que as plataformas possam ser integradas e interagentes, mas melhor exploradas em suas potencialidades, Por exemplo: Face é melhor para mobilizar, Ning é melhor para tratar conteúdos... e por aí vai

    • Edison Masakatu Goto Acho interessante a proposta do Miguel Jorge, e a do Acauã. Podemos manter esta aqui do face para uso mais informal e a do link acima, que está disponível e quase sem atividade, para sistematização dos grupos até que surja futuramente, outra plataforma mais específica e definitiva. Como grande vantágem, temos lá muitos cyberativistas inscritos desde 2010 e instrumentos para convocação deles por e-mail. Entendo que não existe qualquer incompatibilidade em usar aquele sítio que serviu durante a campanha, porque a grande maioria dos participantes daqui, vem direta ou indiretamente daquela mobilização.

    • Acauã Rodrigues Dos Santos Do que conheço, Se o objetivo é estruturação do Movimento privilegiando debates e grupos temáticos, a Ning é melhor. Bem, já me manifestei demais até sobre isso. O fato de estarmos ainda no Face guarda um significado, que vai de cada um interpretar.

      Já faz tempo que alguns temos manifestado isso. O texto abaixo eu publiquei no MMS e aqui no Face em 19/09........

      http://www.movmarina.com.b r/profiles/blogs/movimento -nova-pol-tica-como-ser-o- os-grupos-virtuais-propost os
      www.movmarina.com.br
        . Não só em SP como no Brasil, a Plataforma de Internet a ser escolhida para ...Ver mais


    • Edison Masakatu Goto AVISO A TODOS CYBERNAVEGANTES - VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA Visitem o link, estudem a plataforma e opinem. Quanto mais opiniões melhor.
      há 3 horas ·
    • Marcela Moraes Bom, eu acho que uma coisa é o Movimento Marina Silva e outra é o Movimento Nova Política. O Movimento Nova Política merece plataformas próprias. Vale a pena pensar sobre as vantagens e desvantagens de cada plataforma e isso exige um esforço de pesquisa e conversa com pessoas que entendem um pouco, para optar pela melhor para esse novo movimento. Por exemplo, uma das principais críticas feitas ao Ning pelos programadores é que ele é uma plataforma paga. Existem plataformas com ferramenta de rede gratuitas (wordpress, joomla e outras), com código aberto... Gosto do Ning, mas a escolha tem que levar em conta a existência de outras possibilidades.

    • Edison Masakatu Goto Marcela, penso num estágio transitório ainda informal valendo até março (parece que estão programadas reuniões então), concordo que o atual Movimento é uma expansão e redefinição da mobilização de 2010. A vantagem será eliminar burocracia e movimentação financeira, essa será definitivamente desativada no final de 2012. Segundo imagino, no período daqui até março se discutiria a plataforma definitiva e sua viabilização.

    • Miguel Jorge Souza Penso que nada está fechado aos processos de relações políticas, se existem por aqui programadores que possam criar plataformas adequadas as funções requeridas em código aberto e livre, imagino ser o sonho dos sonháticos começando a tomar forma e conteúdo

    • Felipe Varella Marcela, estou tentando recuperar o post relativo a opinião de Augusto de Franco, aqui publicada, sobre a possível melhor ferramenta para nosso grupo. Eis, aliás, um dos defeitos (dentre qualidades) do Facebook: resgatar certos posts e discussões. Estou procurando...

      Em 16 de outubro de 2011 09:06, Marcela Moraes /span>

    • Felipe Varella Achei! (a partir de arquivos e pastas no meu e-mail...) Aí vai o link para a opinião de Augusto de Franco: http://www.facebook.com/gr oups/156537987767516/?id=1 57668814321100
    •   
    • Felipe Varella Notem que ele é favorável ao Ning, ainda assim limitada, segundo ele, porque é uma plataforma de participação, não de interação. Para isso, ele está desenvolvendo uma outra ferramenta, chamada Fluzz.

    • Miguel Jorge Souza Como interagir sem participar? É, o paradoxo é o rabo da sereia...

    • Felipe Varella A propósito, não lhes parece que o Facebook é mais uma plataforma de interação do que de participação?

    • Miguel Jorge Souza oi Felipe Varella, se podemos concordar o face como melhor instrumental de mobilização, não consigo ainda perceber como diferenciar substantivamente interação e participação além da nuance sintática
    • Miguel Jorge Souza Mas no principal concordamos que existem sim diferenciação de dispositivos tecnológicos, alguns cumprindo melhor determinadas funções

    • Felipe Varella Miguel, não sei exatamente, mas diria que "participação" tem mais a ver com construção de conteúdos, e "interação", com criação e fortalecimento de teias. Acho que Jim Tak saberia responder isso, pois é da Escola de Redes.

    • Miguel Jorge Souza Quem participa interage, quem interage participa!!!!!

    • Mauricio Brusadin Concordo com o Acauã Rodrigues Dos Santos, A plataforma do Movimento Marina Silva é ideal para fazer o debate.

    • Miguel Jorge Souza Oi Mauricio Brusadin, É um bom começo

Aprovado, Goto. Vamos começar por aqui(pelo menos até março) e ver no que dá.

 

 

Favor postar opiniões, críticas e sugestões sobre a viabilidade do uso desta plataforma Ning para a organização dos diveros coletivos do movimento.

ok... ENTENDIDO! Vamos começar então?

 

"Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas."....Friedrich Nietzsche


Marina pode criar partido antes das eleições de 2014

Ex-senadora ressaltou não ter objetivo de fazer um contraponto à disputa entre PT e PSDB

17 de outubro de 2011 | 19h 40
Marcelo Portela, de O Estado de S.Paulo

BELO HORIZONTE - A ex-senadora Marina Silva (AC) admitiu nesta segunda-feira, 17, em Belo Horizonte, a possibilidade de criação de um novo partido antes das eleições presidenciais de 2014. Ela afirmou que não pretende criar uma legenda "para disputar eleição" em 2012, mas contou que desde que deixou o PV integra um movimento batizado "nova política" que pode convergir para a criação de uma nova legenda.

Veja também:
link Marina pede mais debate sobre novo Código Florestal
link Após deixar PSDB, Walter Feldman se aproxima de Marina Silva
link Marina deixa o PV e defende que partidos abandonem velhas práticas

Ex-senadora disse que não pretende criar um partido para disputar a eleição de 2012 - André Dusek / AE
André Dusek / AE
Ex-senadora disse que não pretende criar um partido para disputar a eleição de 2012

Após cerimônia de abertura de um evento promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, Marina criticou de forma geral a atuação dos partidos brasileiros, inclusive o PV, pelo qual disputou a Presidência em 2010. Para ela, as atuais legendas estão vazias de propostas e têm apenas projetos eleitorais. "Não se cria partido político por causa de eleição. Se cria partido político quando se tem visão, projeto e alguma argamassa em termos das pessoas que estão em torno desse ideal", salientou.

Segundo a ex-senadora, o movimento ao qual faz parte, batizado "nova política", inclui pessoas que "querem e que não querem" a criação de um partido, assim como personalidades de outras legendas já tarimbadas no meio. E citou a também ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Cristovam Buarque (PDT-DF) e o deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP).

"Estou nesse movimento. Se isso tiver densidade, estatura, altura e profundidade para se transformar, uma parte do movimento, em um partido, poderá até, no futuro, ser um partido. Eu estou no processo", declarou a ex-senadora, que ressaltou não ter objetivo de fazer um contraponto à disputa entre PT e PSDB. "É para colocar um ponto. E eu espero que seja um ponto final na ideia dessa polarização", disse.

Marina, que saiu das eleições presidenciais de 2010 em terceiro lugar, com cerca de 20 milhões de votos, assumiu também que a nova legenda pode ser criada a tempo da próxima disputa presidencial, mas negou que seja pré-candidata. "Não vou ficar no lugar, a priori, de candidata a presidente da República, não vou ficar na cadeira cativa de candidata. "Se tiver alguém que possa protagonizar melhor que eu esse projeto, pode ter certeza que eu vou ser cabo eleitoral dessa pessoa", concluiu.

 

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,marina-pode-criar-parti...

Política verde | 02/10/2011 10:16

De olho na Rio+20, Marina Silva vira grife ambiental

Sem perspectiva de suporte partidário, Marina diz que discutir novas formas de fazer política é mais relevante do que correr para montar um novo partido


   Lailson dos Santos/Veja

A ex-candidata a presidência Marina Silva sentada em uma cadeira

A ira apaixonada do momento é mesmo o Código Florestal, projeto em tramitação no Senado que é execrado pela candidata derrotada à presidência nas eleições 2010

Brasília - Um ano depois de conquistar 20 milhões de votos e levar a eleição presidencial para o segundo turno, Marina Silva está sem partido e com a atuação política restrita ao nicho do meio ambiente. Os temas, nas andanças pelo país, são recorrentes: o Código Florestal e a Conferência Rio+20. Sem perspectiva de suporte partidário, ela e os amigos e aliados dizem que discutir novas formas de fazer política é mais relevante do que correr para montar um novo partido.

A ira apaixonada do momento é mesmo o Código Florestal, projeto em tramitação no Senado que é execrado pela ex-ministra do governo Lula, ex-senadora e candidata derrotada à presidência nas eleições 2010.

Marina começou a semana passada com uma palestra na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal. Ao lado do senador e amigo Jorge Vianna (PT-AC), ela mostrou-se incrédula em relação às mudanças prometidas no texto. "Vai ser prejuízo irreversível para o Brasil se aprovar esse Código do jeito que foi votado na Câmara", vaticinou, na segunda-feira para uma plateia de cerca de 50 pessoas.

No dia seguinte, em São Paulo, ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, fez a mesma crítica em tom de súplica pelas mudanças no Código, quase uma ladainha. Lembrou que, entre o primeiro e o segundo turnos das eleições, a então presidenciável Dilma Rousseff "se comprometeu a vetar o perdão para os desmatadores".

"Temos de ficar mobilizados para que Dilma tenha força política para vetar. A Rio+20 é nosso grande trunfo para ter um bom texto para o Código Florestal", conclamou Marina. Já o governo corre contra o tempo para aprovar tudo neste ano e se ver livre da pressão ambientalista exacerbada pela conferência da ONU, em junho de 2012.

De olho na Rio+20, Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável, a agenda de Marina prosseguiu, ao longo da semana passada, com palestras sobre o Código e sobre a Campanha da Fraternidade de 2011, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que tem como tema "Vida Plena no Planeta Terra". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Link da matéria acima: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias...

Aqui, achei interessante como existe uma grande diferênça de significado na menságem conforme a editoração gráfica, a produção visual. veja o mesmo texto publicado em jornal.:

DIARIO DO GRANDE ABC: domingo, 2 de outubro de 2011 9:55

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De olho na Rio+20, Marina vira grife ambiental

http://www.dgabc.com.br/News/5917205/de-olho-na-rio-20-marina-vira-...

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Decodificando a mensagem assim como publicada na Revista Exame, conforme o filtro ideológico do leitor, várias constatações podem ser deduzidas:

- A Marina pretende propor um tipo de ecocapitalismo, pretende virar pop star.e usar o prestígio conquistado em benefício próprio.

-A Marina compreende o poder multiplicador da mídia e adotou como estratégia usar os mais avançados recursos produzidos pela sociedade de consumo, e interagindo com eles pretende plantar as propostas de um redirecionamento civilizatório conforme expressou reiteradas vezes anteriormente.

-Diversas outras interpretações são possiveis, daí a importância de atentar para a possibilidade de grandes desvios na correta compreensão do mundo, das pessoas e dos fatos porque inconscientemente tendemos a confundir as informações com a realidade mesma, por outro lado é interessante ver o grande poder que tem a mídia.

Os dois veículos consideraram a notícia relevante, entretanto na revista Exame, a produção torna a notícia práticamente uma peça publicitária. À parte disso, penso que será interessante propor neste espaço um laboratório onde podemos examinar, sob novas formas de ver e se apropriar da informação. Nestas simples notícias, diversos aspectos das transformações em curso no Brasil e no mundo.

Querid@s, a reunião do Coletivo Paulista está confirmada para quinta (20/10) 19 horas, na Rua Girassol, 555 - Vila Madalena. Para ajudar o debate, divulgo a todos a Ata do dia 13 de setembro dia do lançamento da Pedra Fundamental do Nosso Movimento e Brasília.

ATA DO ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO NOVA POLÍTICA (nome provisório)

O primeiro encontro Nacional do Movimento foi realizado no dia 13 de setembro, no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio em Brasília. Estavam presentes pessoas de 17 Estados e do Distrito Federal: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará, Pernambuco, Amapá, Pará, Maranhão, Acre e Distrito Federal . Também estiveram presentes quatro senadores - Eduardo Suplicy, Cristovam Buarque, Pedro Taques e Randolfe Rodrigues, quatro deputados federais - Alfredo Sirkis, Reguffe, Jean Willys e Walter Feldman, e o deputado distrital Joe Valle. Além destes, compuseram a Mesa de Abertura os candidatos ao governo nas eleições 2010 que apoiaram Marina Silva: Montserrat (RS), José Fernando Aparecido (MG), Sérgio Xavier (PE); e os candidatos ao senado, Fabiano Piovesan (SC) e Ricardo Young (SP). Tivemos também a presença do dirigente Nacional do PSOL, Martiniano Cavalcante, representando a Vereadora Heloísa Helena e da candidata a vice governadora do Mato Grosso do Sul, Tatiana.

O encontro foi dividido em três partes. Na primeira, todos os parlamentares e candidatos ao governo e senado usaram a palavra para uma breve mensagem inicial. Na segunda parte, usaram a palavra a professora Maria Estela Bernardes e a Marina Silva para fazer uma provocação inicial a todos os participantes. Em seguida a palavra foi aberta ao público, onde cerca de 25 pessoas de todos os estados presentes participaram. Na terceira e última parte, debatemos uma proposta inicial de organização do Movimento.

No primeiro bloco, todos os parlamentares enfatizaram a necessidade de mudanças estruturais na política brasileira e se colocaram a disposição para ajudar a construir esse novo Movimento. Cabe destacar que foi lida uma proposta inicial de Carta de Princípios, que foi aceita por todos e foi deliberado que esta mesma carta está em processo de construção coletiva. Assim sendo, todos aqueles que desejam formular novas propostas e aprimorar as que foram apresentadas, devem enviar suas sugestões.

Na segunda etapa, a professora Maria Estela Bernardes, provocou a plenária sobre o divórcio entre a classe política e os desejos da sociedade. Logo após, Marina Silva, trouxe inúmeras contribuições ao debate, enfatizou a importância de reconstruir a democracia e dar um sentido ético para política.

Após a fala da Marina, diversos participantes usaram a palavra para apoiar o novo Movimento. Foram feitos relatos de acontecimentos em seus estados e todos evidenciaram a disposição para ajudar na construção dos Coletivos Estaduais.

No último bloco, foi proposta um formato provisório de organização. A proposta consiste em organizar um Coletivo Nacional, que seria composto inicialmente por dois membros escolhidos democraticamente nos Coletivos propostos, ou seja, Formulação, Organização, Movimentos Sociais, Redes Sociais, Comunicação, Finanças, Jurídico, Juventude e Mobilização. A estes, somam-se os Parlamentares presentes e os candidatos ao senado e ao Governo nas eleições de 2010: Eduardo Suplicy, Cristovam Buarque, Pedro Taques, Randolfe Rodrigues quatro deputados Federais, Alfredo Sirkis, Reguffe, Jean Willys, Walter Feldman, Joe Valle, Heloísa Helena (na reunião representada por Martiniano Cavalcante), Marina Silva, Montserrat, José Fernando Aparecido, Sérgio Xavier, Fabiano Piovesan e Ricardo Young.

Essa forma de organização provisória terá vigência até março de 2.012, quando será realizado um novo Encontro Nacional para lançamento do Movimento. Nesse encontro será deliberada a forma de organização definitiva, bem como os documentos norteadores dos propósitos do Movimento e seus princípios programáticos.

Todos os presentes inscreveram-se nos coletivos propostos e, somados aos que não puderam comparecer e poderão inscrever-se livremente, construirão um plano de trabalho e escolherão seus representantes para participar da Coordenação Nacional. Ficou estabelecido que outros coletivos poderão ser criados. Experimentalmente, os coletivos serão formados através de grupos e perfis no Facebook, onde todas as pessoas que quiserem poderão inscrever-se, sem restrições por parte dos organizadores do grupo.

Nesse sentido, todos saíram do encontro com o objetivo de organizar os Coletivos Estaduais, e escolher em quais destes coletivos funcionais se inscreverão. Três novos coletivos temáticos também foram propostos – Educação, Renda Básica de Cidadania e o Coletivo Sonhático. O objetivo dos coletivos temáticos é debater sobre os temas e subsidiar o coletivo de Formulação com propostas e idéias.

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Fonte:Link do coletivo Movimento Nova Política no Facebook

http://www.facebook.com/groups/156537987767516/

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